Patrick finaliza agradecendo à esposa por ter compilado os pacotes desta última atualização.
Maiores informações em:
http://www.noticiaslinux.com
Fonte Original (inglês): http://www.slackware.org
Leia mais em http://www.underlinux.com.br
| Instalando e Configurando Modem Motorola SM56 | |
| 24 de março de 2005 | |
| Este documento tem como objetivo, auxiliar os usuarios do Modem sm56 da Motorola a instalarem esse modem no Linux. 1.0 - SOBRE ESTE DOCUMENTO 2.0 - INTRODUÇÃO 3.0 - O QUE É NECESSÁRIO? 4.0 - INSTALANDO. 5.0 - SE SEU KERNEL É MAIOR QUE 2.4.5 6.0 - POSSÍVEIS PROBLEMAS 7.0 - CONCLUSÃO 1.0 - SOBRE ESTE DOCUMENTO Este documento é distribuído gratuitamente, seguindo o FDL, e pode ser distribuído e alterado, desde que você cite a fonte. Você é bem vindo se quiser colaborar. 2.0 - INTRODUÇÃO A mais ou menos um ano e meio atrás, foi criado um artigo, e divulgado amplamente, sobre como instalar e configurar o Modem sm56 da Motorola. Na época, o kernel 2.4.0 havia acabado de ser lançado, e a Motorola lancou o driver para tal modem, sendo que foi unica e exclusivamente testado com o Red Hat Linux 7.1. Acontece que, como é costume no mundo do Software Livre, as coisas andam depressa, e a cada semana e a cada mês, surgem atualizações e correções. Infelizmente, a Motorola nao conseguiu seguir o mesmo ritmo, seja por falta de interesse ou por qualquer outro motivo. O que importa realmente, é que vários usuários ficaram sem suporte,quando viram que o driver não funcionava nas versões de kernel mais novas e acima do 2.4.5. Na época, recebi vários e-mail's e continuo a recebê-los, pedindo maiores detalhes sobre como instalar e fazer funcionar tal modem. Agora, com a ajuda de alguns amigos, finalmente é possível configurar o modem para que ele funcione em um kernel diferente do 2.4.5. Agradecimentos a todos aqueles que me enviaram e-mail e ao meu amigo Massimiliano Mirra. Agradecimento especial a minha esposa Brenna. Ela é minha revisora oficial ;^). 3.0 - O QUE É NECESSÁRIO? Inicialmente, a primeira coisa a fazer, é ver sob qual kernel seu sistema estatrabalhando. Use o comando uname -r. Se este comando retornar um kernel menor ou igual ao 2.4.5, vai até a página da Motorola (www.Motorola.com) e pegue o driver para o modem. Caso o kernel seja maior do que o mencionado acima, vá para seção "5.0 - SE SEU KERNEL É MAIOR QUE 2.4.5". Outra coisa que você deverá observar, é ter um ambiente de desenvolvimento GNU instalado em seu sistema, já que precisaremos dele para compilar o driver corretamente. Verifique, com o comando rpm -qa | grep gcc, se o compilador GNU C está instalado. Faça o mesmo para o cpp: rpm -qa | grep cpp. Se você possuir um kernel acima do 2.4.5, você deverá ter as fontesdo kernel do seu sistema insta- lado, bem como o make, o automake, o autoconf, o tcl, e o ncurses, pois teremos que recompilar o kernel. 4.0 - INSTALANDO Esta parte diz respeito aqueles que tem um kernel menor ou igual ao 2.4.5. Uma vez efetuado o download e, como root, instale-o com rpm -ivh sm56xxxx-i386.rpm. Após, digite man sm56 e procure por qual código o seu País se encaixa. A lista é um pouco extensa: 1 = USA 2 = Canada 27 = South Africa 30 = Greece 31 = Netherlands 32 = Belgium 33 = France 34 = Spain 39 = Italy 41 = Switzerland 42 = Czech Republic 43 = Austria 44 = United Kingdom 45 = Denmark 46 = Sweden 47 = Norway 49 = Germany 52 = Mexico 54 = Argentina 55 = Brazil 57 = Columbia 58 = Venezuela 60 = Malaysia 61 = Australia 64 = New Zealand 65 = Singapore 66 = Thailand 81 = Japan 82 = Korea 84 = Vietnam 86 = China 90 = Turkey 351 = Portugal 352 = Luxembourg 353 = Ireland 354 = Iceland 358 = Finland 852 = Hong Kong 886 = Taiwan 962 = Jordan 972 = Israel Depois que você instalar o driver, digite sm56setup, seguido do código do seu País. Naturalmente para nós que moramos no Brasil, o código escolhido será o 55. Se este código for omitido será atribuído o código padrão: 1 (USA). O comando sm56setup compila o módulo que controla o modem, adequado para seu kernel, que será instalado em /lib/modules/[seu kernel]/kernel/drivers/char. O comando também adequa o seu /etc/modules.conf, que ficará assim: ....... ....... alias char-major-24 sm56 options sm56 country=1 ---> aqui poderá ser colocado o código apropriado. Ele também cria um dispositivo em /dev, chamando sm56, criando um link para o /dev/modem, que aponta para este dispositivo, bem como seta as permissões adequadas. Digite modprone sm56 e pronto, seu modem está instalado! Se seu kernel é superior ao 2.4.5, passe ao próximo tópico. 5.0 - SE O KERNEL É MAIOR DE 2.4.5. Primeiramente, quero agradecer ao meu amigo Massimiliano Mirra, que me enviou esta dica. Se você está usando uma distribuição moderna, como Conectiva Linux8.0, Red Hat Linux 8.0, Mandrake Linux 9.0 ou Slackware Linux 8.1, saiba que o modem sm56 pode funcionar sob um kernel mais recente. Estas distribuições citadas, a exceção do Mandrake Linux 9.0, trazem um kernel 2.4.18. Para este documento, eu utilizei o Mandrake 9.0, com kernel 2.4.19. Como comentado acima, será necessário fazer algumas alteraçõesnas fontes do kernel e recompilá-lo para que o modem funcione corretamente. Vá até onde as fontes do kernel estão instaladas (geralmente /usr/src/linux-2.4.X). Entre no diretório mm. Neste diretório estão as fontes para o tratamento da memória. Procure por um arquivo chamado slab.c. Este arquivo deve ser alterado. Abra-o com seu editor de texto. Não darei explicações do por que ele deverá ser alterado, pois nãosou um craque em programação C, mas acho que deve ter algo com relação com a alocação da memória pelo driver do Motorola. Se alguém tiver alguma explicação e quiser enviar, será prontamenteincluída nesta documentação. Vá até a linha 1116, e comente-a: Ela está assim: if (flags & ~(SLAB_DAM|SLAB_LEVEL_MASK BUG(); E deve ficar assim: /* if (flags & ~(SLAB_DAM|SLAB_LEVEL_MASK BUG(); */ Depois disso, grave o arquivo e vamos compilar o kernel. Digite make menuconfig. Perceba que se você não tiver o ncurses instalado, este comando irá falhar. Irá aparecer, depois de alguns momentos, um menu baseado em ncurses,com botões, caixas e diálogos, para que possamos escolher as opçÕes do kernel. Recomendo fortemente que você deixe o seu kernel o mais enxuto possível. Por exemplo, escolha um processador de acordo com a sua máquina:se você tem um AMD, não faz sentido escolher um Pentium MMX, pois alguns parâmetros do processador poderá fazer diferença. Tire tudo o que não for necessário para sua máquina: bluetooth, PCMCIA, USB, entre outros, anão ser que tais suportes sejam requeridos pelo seu sistema. Outra idéia: se você não tem nenhuma placa de rádio e não planeja adquirir uma, não há necessidade de compilar um módulo para suportar tal placa. Outro suporte desnecessário em máquinas caseiras, é suporte a ATM, a FDDI (fibra óptica), WAN, APPLETALK, IPX, DECNET, etc., quando não é um requisito essencial. Retire tudo o que não seja estritamente necessário. Depois de escolhidas as opções, tecle TAB, até cair na opção Exit. Tecle ENTER e será perguntado se você quer salvar as alteraçÕes. Escolha SIM. Agora digite make dep para criar as dependências necessárias para compilar o kernel. Depois que o comando se completar, digite make bzImage, para construir a imagem do kernel. Depois, digite make modules e make modules_install, para construir e instalar os módulos do novo kernel. Pode sair para um cafezinho agora, pois este comando poderá demorar, dependendo do porte de sua máquina. Terminado o comando anterior, o seu kernel estará em /usr/src/linux-2.4.X/arch/i386/boot, com o nome de bzImage. Copie-o para o diretório /boot, dando-lhe outro nome, como vmlinuz-custom. Copie também o System.map, que está em /usr/src/linux-2.4.X/System.map, para o diretório /boot, com um nome diferente, como System.map-custom. No mesmo diretório, há um arquivo oculto chamando .config. Digite ls -a, para visualizá-lo. Copie-o também para o diretório /boot, com um nome diferente, como config-custom. Entre no diretório /usr/src/linux-2.4.X/include/linux. Copie o arquivo kernel.h, para o diretório /boot, com um nome diferente, algo como kernel.h-custom. Agora, vá para o diretório /boot, e faça as alterações necessárias. Apague os links seguintes: rm -rf config, rm -rf System.map, rm -rf vmlinuz e rm -rf kernel.h Crie agora os links para os arquivos novos: ln -s config-custom config ln -s System.map-custom System.map ln -s vmlinuz-custom vmlinuz e por último ln -s kernel.h-custom kernel.h Agora, temos que alterar o arquivo /etc/lilo.conf, se você estiver usando o LILO, como gerenciador de inicalização. Ele deve se parecer com isso: boot=/dev/hda map=/boot/map vga=normal default=linux keytable=/boot/us-latin1.klt prompt nowarn #vga = 791 timeout=100 message=/boot/message menu-scheme=wb:bw:wb:bw image=/boot/vmlinuz --------------------------- label=linux | root=/dev/hda1 | # initrd=/boot/initrd.img | -> É aqui que devemos fazer a alteração, append="devfs=mount" | colocando o nome do kernel (vmlinuz). vga=791 | Comente a linha initrd, pois ela diz read-only ------------------------------ respeito somente ao kernel velho. image=/boot/vmlinuz-seu-kernel label=linux-nonfb | root=/dev/hda1 | -> Mantenha esta linha, alterando initrd=/boot/initrd.img | apenas o vmlinuz, para o nome com- append="devfs=mount" | pleto do seu kernel velho. read-only--------------------- other=/dev/hdb2 label=windows table=/dev/hdb map-drive=0x80 to=0x81 map-drive=0x81 to=0x80 other=/dev/fd0 label=floppy unsafe Se você estiver usando o GRUB, altere as linhas correspondentes. Digite lilo, para que as alterações tenham efeitos. É importante manter uma imagem do seu kernel anterior, pois se alguma coisa não der certo, você terá como inicializar seu sistema. Reinicie a sua máquina, e espere ela inicializar com o kernel novo. Se tudo der certo, você deverá estar com seu kernel recém compilado. Para ter certeza, digite : cat /proc/version. Deve aparecer algo do tipo: Linux version 2.4.19-16mdkcustom ( root@scoob.doo.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo ) (gcc version 2.96 20000731 (Mandrake Linux 9.0 2.96-0.80mdk)) #1 Seg Dez 16 18:02:34 BRST 2002 Agora proceda da mesma maneira que no item 4.0. Perceba que após o modprobe sm56, o driver não ficará mais com aquela mensagem de initializing. Verifique isto com lsmod. Pronto! Seu modem está funcionando. NOTA: Recebi informaçÕes que no kernel 2.4.20 e superiores, não é necessário editar o arquivo /usr/src/linux-2.4.20/mm/slab.c. Eu nãoo testei com este kernel ainda. Assim que testá-lo, estarei repassando, ou alguém pode fazé-lo, certo? 6.0 - POSSÍVEIS PROBLEMAS. I - Ao inicilizar, meu kernel diz "kernel panic ..... ". O que é isso? Esta mensagem aparece se seu kernel foi compilado sem suporte ao seu sistema de arquivos do raíz. Por exemplo, se sua raíz é XFS, e no kernel o suporte ao XFS é via módulo, compile seu kernel como suporte XFS intrínseco. O padrão do kernel é assim: SGI XFS filesystem support [*] Enable XFS Realtime support [*] Enable XFS Quota Enable XFS DMAPI Mude para: SGI XFS filesystem support [*] Enable XFS Realtime support [*] Enable XFS Quota Enable XFS DMAPI Isto fará que o suporte ao XFS seja parte integrante do kernel, não precisando de nenhum módulo ser carregado. II - Minha máquina trava quanto executo o minicom ou outro aplicativo de dial-up. Por que? Por motivos que desconheço, o modem Motorola não gosta de ter outra porta serial habilitada. Entre no setup da sua máquina, e deixe somente uma porta serial habilitada, aquela correspondente a seu mouse. Isso deverá resolver o problema. III - Quando digito minicom ou uso o kppp, ele diz que o /dev/modem não existe. E agora? Se o /dev/modem não existir, pode ter ocorrido alguma falha com o comando sm56setup. Para não ter que executá-lo de novo, vá até o diretório /dev , e crie o links para o dispositivo /dev/sm56: ln -s sm56 modem. Caso tal dispositivo não exista, crie com o comando mknod /dev/sm56 c 24 0, e mude o dono/grupo e as permissões, com o comando chown uucp.root /dev/sm56 e chmod a+rw /dev/sm56, respectivamente. 7.0 - CONCLUSÃO. Bom eu acho que é isso. Eu consegui fazer este modem funcionar em um Mandrake Linux 9.0, recompilando o kernel 2.4.19. Acredito que você também pode fazê-lo. Obrigado a todos e continuem me mandando e-mail, pois farei o possível para ler e responder a todos. Até +. Gilberto Nunes gilbertonunes@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo Comentarios |

| O Que é? |
| Nós mantemos esta definição do Software Livre para mostrar claramente o que deve ser verdadeiro à respeito de um dado programa de software para que ele seja considerado software livre. "Software Livre" é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade de expressão", não em "cerveja grátis". "Software livre" se refere à liberdade dos usuários executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Mais precisamente, ele se refere a quatro liberdades, para os usuários do software:
Um programa é software livre se os usuários tem todas estas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão. Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial. A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial. A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. Está ok se não for possível produzir uma forma binária ou executável (pois algumas linguagens de programação não suportam este recurso), mas deve ser concedida a liberdade de redistribuir essas formas caso seja desenvolvido um meio de criá-las. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre. Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre. Entretanto, certos tipos de regras sobre a maneira de distribuir software livre são aceitáveis, quando elas não entram em conflito com as liberdades principais. Por exemplo,copyleft (apresentado de forma bem simples) é a regra de que, quando redistribuindo um programa, você não pode adicionar restrições para negar para outras pessoas as liberdades principais. Esta regra não entra em conflito com as liberdades; na verdade, ela as protege. Portanto, você pode ter pago para receber cópias do software GNU, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias. "Software Livre" Não significa "não-comercial". Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes. Regras sobre como empacotar uma versão modificada são aceitáveis, se elas não acabam bloqueando a sua liberdade de liberar versões modificadas. Regras como "se você tornou o programa disponível deste modo, você também tem que torná-lo disponível deste outro modo" também podem ser aceitas, da mesma forma. (Note que tal regra ainda deixa para você a escolha de tornar o programa disponível ou não.) Também é aceitável uma licença que exija que, caso você tenha distribuído uma versão modificada e um desenvolvedor anterior peça por uma cópia dele, você deva enviar uma. No projeto GNU, nós usamos "copyleft" para proteger estas liberdades legalmente para todos. Mas também existe software livre que não é copyleft. Nós acreditamos que hajam razões importantes pelas quais é melhor usar o copyleft, mas se o seu programa é free-software mas não é copyleft, nós ainda podemos utilizá-lo. Às vezes regras de controle de exportação e sansões de comércio podem limitar a sua liberdade de distribuir cópias de programas internacionalmente. Desenvolvedores de software não tem o poder para eliminar ou sobrepor estas restrições, mas o que eles podem e devem fazer é se recusar a impô-las como condições para o uso dos seus programas. Deste modo, as restrições não afetam as atividades e as pessoas fora da jurisdição destes governos. Quando falando sobre o software livre, é melhor evitar o uso de termos como "dado" ou "de graça", porque estes termos implicam que a questão é de preço, não de liberdade. Finalmente, note que critérios como os estabelecidos nesta definição do software livre requerem cuidadosa deliberação quanto à sua interpretação. Para decidir se uma licença se qualifica como de software livre, nós a julgamos baseados nestes critérios para determinar se ela se segue o nosso espírito assim como as palavras exatas. Se uma licença inclui restrições impensadas, nós a rejeitamos, mesmo que nós não tenhamos antecipado a questão nestes critérios. Às vezes um requerimento de alguma licença levanta uma questão que requer excessiva deliberação, incluindo discussões com advogados, antes que nós possamos decidir se o requerimento é aceitável. Quando nós chegamos a uma conclusão sobre uma nova questão, nós frequentemente atualizamos estes critérios para tornar mais fácil determinar porque certas licenças se qualificam ou não. Para maiores informações, visite o site de filosofia do projeto GNU. fonte: http://www.softwarelivre.org/whatisit.php |
O nome Google foi escolhido por causa da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.
A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso, o matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "google". Mais tarde Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.
Veja os derivados do nome googol:
Usando Bootsplash no Slackware por Blood_Brother
1.0 Pré-requisitos
1.1 Aplicando o patch ao kernel
1.2 Compilando o splash
1.3 Criando o /etc/bootsplash
1.4 Criando o /boot/initrd com a bootsplash
1.5 Editando o /etc/lilo.conf
1.6 Criando o /etc/rc.d/rc.bootsplash
1.7 Editando alguns arquivos no /etc/rc.d/
1.8 Últimos ajustes
2.0 Contatos e dúvidas
2.1 Créditos
3.0 Dados do autor
1.0 Pré-requisitos
A primeira ação a ser feita é o download do patch referente à sua versão de kernel, o mesmo pode ser encontrado em http://www.plumlocosoft.com/kernel/patches/2.4/ Somente precisa ser baixado o patch com bootsplash ou bs no nome, que pode ser encontrado em subpastas split ou components. (Ao entrar no link você perceberá do que estou falando)
Após a obtenção do patch é necessário o download de um theme (o qual vai ser sua bootsplash), que pode ser obtido em http://www.bootsplash.org (recomendo que use o theme Default Linux, que é o que foi testado neste artigo).
Faz-se necessário também o pacote de fontes a seguir:
ftp://ftp.suse.com/pub/people/stepan/bootsplash/rpm-sources/bootsplash/bootsplash-3.0.7.tar.bz2 Este pacote possui os fontes do utilitário splash, que será usado mais adiante.
Um outro pré-requisito muito importante é saber compilar o kernel. (Sem este pré-requisito não continue)
1.1 Aplicando o patch ao kernel
O patch pode ser aplicado facilmente da seguinte maneira:
~# bunzip2 arquivo-do-patch.bz2
~# cd /usr/src/linux (ou onde estiver o fonte do seu kernel)
~# patch -p1 < /onde-está-seu-patch/arquivo-do-patch
Se você receber alguma mensagem de erro o patch é incompatível com sua versão de kernel, então baixe a versão certa.
Na config do seu kernel assegure-se de ter marcado a opção "Console drivers -> Frame-Buffer support -> VESA VGA graphics console" (ou outro framebuffer apropriado), e a opção "Use splash screen instead of boot logo".
Feito isto, compile seu kernel e passe para o passo seguinte
. 1.2 Compilando o splash
Basta descompactar o bootsplash-3.0.7.tar.bz2, entrar no diretorio criado com o nome de bootsplash-3.0.7, executar os 2 passos seguintes:
~# make splash
~# cp splash /sbin
1.3 Criando o /etc/bootsplash
Esta parte é importante, pois é a pasta onde serão armazenados seus themes. Então, crie a pasta /etc/bootsplash e dentro dela crie outra chamada themes. Dentro então de /etc/bootsplash/themes descompacte o theme que você obteve no passo 1.0.
1.4 Criando o /boot/initrd com a bootsplash
Este passo é bem simples, basta executar o comando: splash -s -f /etc/bootsplash/themes/Linux/config/bootsplash-1024x768.cfg > /boot/initrd
Repare que usei /etc/bootsplash/themes/Linux/config/bootsplash-1024x768.cfg porque é referente ao theme Default Linux que foi usado neste artigo, se você baixou outro theme adeque o caminho ao mesmo.
1.5 Editando o /etc/lilo.conf
Existem 2 linhas fundamentais para o funcionamento correto do bootsplash, são as que seguem:
initrd = /boot/initrd
append = "splash=silent"
As linhas podem ser colocadas logo abaixo desta:
root = /dev/hda1
Ficando então seu lilo.conf mais ou menos desta maneira:
image = /boot/vmlinuz
root = /dev/hda1
initrd = /boot/initrd
label = Linux
read-only
1.6 Criando o /etc/rc.d/rc.bootsplash
O /etc/rc.d/rc.bootsplash deve ser da seguinte maneira (sem as linhas que começam com --):
-- INICIO DO ARQUIVO -- #! /bin/sh
#
function progressbar()
{
if [ $# != 1 ]
then
echo "Usage: progressbar {progress}"
exit 1
fi
echo "show $(( 65534 * $1 / 100 ))" >
/proc/splash
}
-- FIM DO ARQUIVO --
Ps.: não se esqueça que o /etc/rc.d/rc.bootsplash precisa ser executável, para isso: chmod +x /etc/rc.d/rc.bootsplash
1.7 Editando alguns arquivos no /etc/rc.d/
Dois arquivos importantes serão editados para que controlem a barra que indica o carregamento do sistema no bootsplash, são eles: rc.M e rc.S
No início dos respectivos arquivos você precisa inserir esta linha: . /etc/rc.d/rc.bootsplash (a linha precisa estar logo abaixo do #! /bin/sh)
Após feito isso é você quem vai decidir a porcentagem em que o sistema está carregado em tal ponto, você deve então chamar a função progressbar seguida de um número que vai de 0 (zero) a 100 (cem).
Uma nota importante é que o rc.S é iniciado primeiro na hora do boot, então é interessante que logo após a primeira função que ele executar você já coloque progressbar 10 (posicionar a barra de carregamento do boot splash em 10%), e por ai vai. É interessante também que ao final do rc.S termine em mais ou menos 50% e a partir do início do rc.M você coloque progressbar 60, e ao final progressbar 100. Segue um exemplo para que você possa entender melhor:
#!/bin/sh
# rc.S exemplo
. /etc/rc.d/rc.bootsplash
echo "Progress bar em 10%"
progressbar 10
echo "Progress bar em 20%"
progressbar 20
echo "Progress bar em 35%"
progressbar 35
echo "Progress bar em 50%"
progressbar 50
# Fim do rc.S
#!/bin/sh
# rc.M exemplo
. /etc/rc.d/rc.bootsplash
echo "Progress bar em 60%"
progressbar 60
echo "Progress bar em 70%"
progressbar 70
echo "Progress bar em 85%"
progressbar 85
echo "Progress bar em 100%"
progressbar 100
# Fim do rc.M
Penso que assim fica melhor entendido.
1.8 Últimos ajustes
Feito todos os passos anteriores agora só falta você copiar a sua imagem do kernel com o patch aplicado para /boot/vmlinuz ou criar um link para ele. Executar: lilo (para que o lilo seja reinstalado). E finalmente! Reiniciar a máquina e rezar pra que tudo tenha funcionado, hehehe, brincadeira, se você seguiu os passos certinho tudo deve funcionar.
2.0 Contatos e dúvidas
Se alguém quiser manter contato ou tirar alguma dúvida (pequena!) basta me enviar um e-mail.
Ps.: Se tiver algum erro no texto também ficaria grato que me enviassem um e-mail relatando-o, para que eu possa corrigir.
2.1 Créditos
Gostaria de agradecer àqueles que acreditam em mim, e ao pessoal do #LinuxHelp da rede VirtuaLife que sempre dão uma força!
Slackware r0x!
3.0 Dados do autor
Nome: Bruno R. da Silva
Nickname: Blood_Brother ou Blutsbruder
Nascido em: 14/04/1985
Cidade: Florianópolis
Site pessoal: http://www.bloodcorp.tk
E-Mail:
Ocupação: Estudante de Ciências da Computação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Experiencia Profissional: Administração de redes Windows e Linux, implementação de proxys e serviços de ftp, http, sshd e vnc.